quarta-feira, 25 de Maio de 2005
Casa
Posted by Marinero en Tierra at 4:29 PM 1 comments
Samba do Avião, de Antonio Carlos Jobim
Minha alma canta,
Vejo o Rio de Janeiro,
Estou morrendo de saudade
Rio, teu mar, praias sem fim,
Rio, você foi feito pra mim
Cristo Redentor,
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque,
Rio, eu gosto de você,
A morena vai sambar,
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar,
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Cristo Redentor,
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque,
Rio, eu gosto de você,
A morena vaisambar,
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar,
Água brilhando, olha a pista chegando,
E vamos nós.
Posted by Marinero en Tierra at 1:11 AM 1 comments
O amor em paz, de Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes
Eu amei
E amei ai de mim muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que eu iria sofrer
E me desesperar
Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você
A razão de viver
E de amar em paz
E não sofrer mais.
Nunca mais
Porque o amor
É a coisa mais triste
Quando se desfaz
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz
Posted by Marinero en Tierra at 1:10 AM 1 comments
As praias desertas, de Antonio Carlos Jobim
As praias desertas continuam
Esperando por nós dois
A este encontro eu não devo faltar
O mar que brinca na areia
Está sempre a chamar
Agora eu sei que não posso faltar
O vento que venta lá fora
O mato onde não vai ninguém
Tudo me diz: não podes mais fingir
Porque tudo na vida
Há de ser sempre assim
Se eu gosto de você
E você gosta de mim
As praias desertas continuam
Esperando por nós dois
Posted by Marinero en Tierra at 12:55 AM 1 comments
quarta-feira, 18 de Maio de 2005
Ver-te de novo
Posted by Marinero en Tierra at 4:38 PM 1 comments
quarta-feira, 11 de Maio de 2005
Quiero e Pienso, dos poemas Arión (versos sueltos del mar), de Rafael Alberti
Quiero sólo mirarte, mar, tu rostro de niño,
tu agilidad eterna de muchacho.
Para cuando ni pueda conocerte,
deja tu rumorosa
hermosura de ansiano.
Pienso, mar, que la tierra
no puede devolverte
un rumor tan dichoso como el tuyo.
Rafael Alberti
Posted by Marinero en Tierra at 7:02 PM 0 comments
Procurar-te
Posted by Marinero en Tierra at 6:49 PM 1 comments
A veces, dos poemas Cármenes, de Rafael Alberti
A veces, el poeta
armado de rebenque y cólera apretada,
separando tinieblas, largas, inacabables,
feroz, corre a la casa de su Musa: - Oh ramera!
En dónde estabas, di? Que hacías, que no acudes
cuando te necessito?
Rafael Alberti
Posted by Marinero en Tierra at 6:43 PM 0 comments
sexta-feira, 6 de Maio de 2005
Porque me lembrei e ti
Posted by Marinero en Tierra at 6:14 PM 1 comments
Por que me lembrei de ti?
Posted by Marinero en Tierra at 6:07 PM 0 comments
Ária de Calaf, da ópera Turandot, de Giaccomo Puccini
Posted by Marinero en Tierra at 6:03 PM 3 comments